Hoje minhas filhas frequentam o CCI – creche para filhos de funcionários

“Com apenas 20 anos de idade, ainda na faculdade de Sociologia, participei um dia de um evento sobre Desenvolvimento Rural Sustentável meio sem saber no que estava me metendo. Nunca esqueci! Me marcaram profundamente as falas de extensionistas rurais sobre o seu trabalho do dia-a-dia. Fiquei tão impressionada com a satisfação que eles tinham ao contar de seu trabalho de campo junto aos produtores rurais que cogitei largar as Ciências Sociais e ir para Agronomia. Não abandonei meu curso, mas fiquei por anos com isso em mente. Acabei levando toda a minha formação para a área de Sociologia Rural, movimentos sociais no campo e a questão agrária no Brasil por um dia ter ouvido essa fala dos extensionistas. Passei em frente à CATI em Campinas por muitos anos e sempre pensei: pois devia ter me formado agrônoma, para poder trabalhar aqui.

Participando de reunião de formação da APAER na sede da CATI em 2012

Alguns anos depois de formada, um dia vi um concurso para a SAA, e pensei novamente como seria bom poder ser agrônoma e trabalhar na CATI! Mas tive uma boa surpresa: 10 vagas para sociólogo! Em outro órgão, mas na Secretaria de Agricultura. Fiquei bem feliz, prestei, aguardei chamarem por muito tempo… e enfim me tornei servidora. Em alguns anos, me transferi para a CATI onde posso finalmente estar todos os dias trabalhando em prol do que tanto me impressionou na juventude: colaborar diariamente para que os técnicos e extensionistas possam fazer seu trabalho lá na ponta, lá nas Casas de Agricultura, atingir o objetivo que é atender o produtor rural em suas necessidades. Trabalho, após algumas transferências, finalmente na sede da CATI, no mesmo parque no qual passava em frente sonhando um dia poder estar ali fazendo o trabalho que faço hoje. Amo a extensão rural, tenho muito orgulho de fazer parte dessa instituição, e todo dia olho para esse parque tão especial e agradeço estar aqui. Sou servidora da SAA há 8 anos e da CATI há quatro.”